Food Park Cultural reúne trabalho deartesãos locais na 41ª Oktoberfest

O trabalho de artesãos de Santa Cruz do Sul está presente na Festa da Alegria em uma iniciativa inédita. Promovida pela Associação de Entidades Empresariais (Assemp) e Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, a Feira de Artesanato e Economia Criativa conta com 30 marcas de produtos feitos à mão, incluindo itens como cuias, pinturas, joias, velas, bonecas, facas, arte em madeira, enfeites de chimarrão, bolsas, chaveiros e mais. O Espaço Food Park Cultural fica próximo à Vila Típica, trazendo mais opções de gastronomia, com três pontos de lanches rápidos, e as tendas dos expositores.
Os artesãos celebram a chance de participar do evento gratuitamente. “É uma grande oportunidade, já que nem todos nós temos como investir alto para participar da festa. Já vendi uma boa quantidade de peças e estou criando as que começaram a faltar”, declarou Daniela Cristina de Oliveira, do Ateliê Dani. A produção em crochê da marca é principalmente de amigurumis, técnica utilizada para criar figuras personalizadas como bonecas, princesas e personagens, sendo os de filmes e animes, como Homem-Aranha e One Piece, os mais procurados.
O espaço oferta uma seleção de produtos únicos aos visitantes, e ao mesmo tempo, valoriza quem faz trabalhos manuais. A Planteria Kokedama iniciou as atividades em maio e chama atenção com uma técnica incomum de plantio. Por conta da grande circulação na festa e da natureza delicada das plantas, segundo o proprietário Giancarlo Silveira, foi feito um guarda-volumes onde é possível comprar o kokedama, curtir a festa e buscar apenas na hora de ir embora. Tânia Soares que trabalha há dez anos com artesanato e patchwork participa pela primeira vez da Oktoberfest. “O movimento está muito bom. Temos panos de prato, toalhas, jogos de banheiros, puxa-saco e os ítens de Natal, que estão saindo bastante”, comemora.
Inovação – Os produtos podem ser adquiridos dentro do Parque da Oktoberfest em todos os dias de programação e também na Praça da Bandeira, aos sábados e domingos. Conforme o secretário de Cultura e coordenador do espaço, Douglas Albers, a ideia estava sendo tratada desde 2025, com o objetivo de ocupar uma área do parque pouco utilizada. “Até ano passado os visitantes passavam em frente as casinhas típicas e ou voltavam ou dobravam a direita. Agora os visitantes percebem o espaço dos artesãos movimentado e vão até o local visitar”, comentou. Albers destacou ainda uma passagem nova criada ao lado da BierHaus que facilita o deslocamento dos visitantes e o incremento nas vendas.






