
Alberto João Heck (PT) ocupou a tribuna da Câmara de Vereadores, na sessão desta segunda-feira, dia 25, para fazer referência, novamente, ao mau cheiro e gosto ruim da água da Corsan/Aegea em nosso Município. “É um problema extremamente preocupante”, avaliou e completou “até quando vamos conviver com a situação da má qualidade da água em Santa Cruz do Sul?”. Para ele a desculpa da proliferação das algas e do uso de carvão ativado na água não é mais justificativa para o gosto e o cheiro ruim.
O vereador petista salientou que o final do mês está chegando e com certeza a população do Município vai ter que pagar por esta água de péssima qualidade oferecida em Santa Cruz. “É reflexo de uma privatização que levou em conta uma série de interesses pessoais, políticos e econômicos e não os coletivos”, apontou. Segundo Heck agora os vereadores reconhecem que com a privatização o que estava ruim ficou ainda pior.
Distribuição de cestas básicas nas enchentes
Na sessão ordinária o vereador Alberto Heck, também, aprovou um pedido de informações ao Poder Executivo para saber quais foram os critérios de distribuição e quantidades de cestas básicas para famílias carentes em decorrência dos temporais de 29 de Abril e das chuvas que ocorreram durante o mês de Maio deste ano. É importante que estas informações sejam clareadas, pois algumas famílias receberam mais cestas que outras.
A tragédia que atingiu o estado e o nosso Município no final de abril e maio deixou um rastro de destruição em todos os setores da sociedade gaúcha, contudo as populações mais vulneráveis foram as mais atingidas, ressaltou Heck. Acredito que a Administração Municipal tenha as informações exatas da situação dos mais carentes de recursos financeiros em nosso Município, já que a Defesa Civil atuou na linha de frente quando das chuvas intensas do final de abril e maio, podendo comprovar onde estava a população de Santa Cruz do Sul mais afetada, concluiu.






