
Alberto João Heck (PT) ocupou a tribuna da Câmara de Vereadores, na sessão desta segunda-feira, dia 26, para defender uma emenda modificativa, de sua autoria, que propunha corrigir a redação de quatro artigos, do projeto de lei nº 154/E/2024, do Executivo, que dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino nas Escolas Públicas Municipais e no Núcleo Municipal de Educação de Jovens e Adultos – CEMEJA. A emenda foi aprovada por unanimidade e na prática visa aumentar a participação dos professores municipais no processo de eleições para diretores nos estabelecimentos de ensino.
As emendas são de nossa autoria, mas foram sugeridas e dialogadas com o Sindicato do Professores Municipais (Sinprom) e a Secretária Municipal e Educação, no intuito de garantir que os professores possam participar das eleições, independente da carga horária que têm em cada escola, explicou Heck. “Os docentes com carga horária em uma ou mais instituições, são quem conhecem as escolas e fazem, juntos com os funcionários, elas funcionarem para o ótimo atendimento aos nossos estudantes”, ressaltou. Neste sentido, entendemos que esta emenda modificativa, deixam mais clara a participação da comunidade escolar no processo da gestão democrática da escola, completou.
Moção de Pesar ao professor Jorge Cunha
Alberto Heck destacou, ainda, na sessão a moção de pesar aos familiares do professor Jorge Luiz da Cunha, pelo seu falecimento aos 65 anos, no dia 23 de agosto, no Hospital Santa Cruz, em Santa Cruz. Foi uma última homenagem em nome de todos os vereadores do Poder Legislativo. “Nascido em Roca Sales, Jorge Cunha veio de uma família humilde e se destacou como pesquisador e historiador, principalmente em relação aos estudos da imigração alemã no Brasil”, observou.
Jorge Cunha atuou como docente e pesquisador nas Faculdades Integradas de Santa Cruz do Sul (Fisc) e depois Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), de 1982 a 1995. Nas últimas três décadas era professor na pós-graduação em História e Educação da Universidade Federal de Santa Maria. Além da carreira de professor, Cunha é autor de sete livros, conquistou o Prêmio Açorianos de Literatura em 2004 e, em 2022, foi admitido como membro da Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat).






