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Inverno exige atenção redobrada para prevenir doenças respiratórias

Com a chegada oficial do inverno, os dias mais frios levam muitas pessoas a permanecerem por mais tempo em ambientes fechados, situação que favorece a circulação de vírus respiratórios como influenza, covid-19 e outros agentes causadores de síndromes gripais. No período, torna-se necessária a potencialização da prevenção de doenças respiratórias, especialmente entre crianças, pessoas idosas e/ou com comorbidades. Dentro desse cenário, a Hapvida reforça e orienta sobre vacinação, ventilação de ambientes e cuidados para reduzir o risco de contágio durante os meses de baixas temperaturas na região sul do Brasil. 

“A vacinação contra a gripe e a covid-19 é disponibilizada pelo SUS e continua sendo a principal forma de prevenção contra casos graves dessas doenças. Além disso, medidas simples do dia a dia, como higienizar as mãos com frequência, evitar compartilhar objetos pessoais e utilizar máscara ao apresentar sintomas respiratórios, ajudam a reduzir significativamente o risco de transmissão”, orienta a clínica geral da Hapvida, Ingrid Rodrigues. 

Dados históricos do Ministério da Saúde mostram que as doenças respiratórias aumentam até 40% no Sul durante os meses frios. “Isso ocorre porque vírus respiratórios são transmitidos por gotículas e aerossóis liberados durante a fala, tosse ou espirro. Em ambientes sem ventilação adequada, essas partículas permanecem suspensas por mais tempo, aumentando as chances de contágio”, explica Rodrigues.

Apesar das baixas temperaturas, manter os ambientes ventilados continua sendo uma recomendação importante. Abrir parcialmente as janelas, alternar a ventilação entre cômodos da casa e utilizar aquecedores ou ar-condicionado para preservar o conforto térmico são algumas estratégias que ajudam a renovar o ar sem comprometer o bem-estar.

Outro ponto de atenção são os grupos considerados mais vulneráveis às complicações das infecções respiratórias.

Crianças menores de cinco anos, indivíduos acima de 65 anos, gestantes, fumantes, pessoas imunossuprimidas e pacientes com doenças crônicas devem redobrar os cuidados durante o inverno. “Sintomas que persistem ou não melhoram com medicamentos simples merecem avaliação médica. Já sinais como falta de ar, dor no peito, dificuldade para respirar e febre alta persistente exigem atendimento imediato”, alerta Rodrigues.

Nos locais de trabalho, escolas, transporte público e encontros familiares, hábitos simples também podem fazer a diferença. A especialista recomenda higienizar as mãos após contato com superfícies compartilhadas, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar o compartilhamento de objetos pessoais e manter os ambientes ventilados sempre que possível.

Fonte
Gabriel Souza

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