A defesa de Augusto Heleno, condenado a 21 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, informou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que o diagnóstico de Alzheimer do general foi confirmado apenas em janeiro de 2025, e não em 2018, como ele havia declarado. O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, de 78 anos, afirmou durante exame de corpo de delito que convivia com a doença desde 2018.
No sábado (29), os advogados enviaram ao Supremo uma manifestação esclarecendo que os exames relacionados ao Alzheimer foram realizados em 2024, mas o resultado conclusivo só saiu no início deste ano. A defesa buscou corrigir a informação dada anteriormente pelo próprio Heleno.
Diante do novo esclarecimento, os defensores solicitam que o general cumpra a pena em prisão domiciliar, argumentando que sua idade avançada e suas comorbidades justificam um regime menos rigoroso. A condição médica seria, segundo a defesa, incompatível com o encarceramento convencional.






