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Alberto Heck quer saber como são tratados os casos de bullying nas escolas municipais

Durante a sessão legislativa desta segunda-feira, dia 10, o vereador Alberto João Heck apresentou e foi aprovado um pedido de informações ao Poder Executivo, que visa saber sobre o tratamento dado aos casos de violência e/ou bullying contra crianças e adolescentes nas escolas municipais. Além de quantificar os casos, Heck questiona quais medidas são tomadas e se existem alguma formação específica para os profissionais da educação, alguma política ou programa de prevenção a este tipo de ações. A proposição se deve aos casos de denúncia de bullying e agressões de crianças que chegaram à Câmara Municipal.

Deste modo, estaremos exercendo nossa função de fiscalizador, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de prevenção à violência e ao bullying, bem como criando um ambiente de paz e respeito na comunidade escolar, salientou Alberto Heck sobre o pedido. Os casos de agressões e bullying não podem ser naturalizados, devem ser tratados como problemas sérios que são e se for o caso a escola deve encaminhar aos profissionais da rede de atenção à criança e ao adolescente que tem competência para lidar com a questão, ressaltou.    

Denúncias de violência contra servidores municipais

Na mesma sessão o vereador do PT teve aprovado outro pedido de informações que envolvem denúncias e ocorrências de ameaças ou de violência praticadas contra servidores municipais registradas no âmbito da Administração Municipal. Heck faz uma série de questionamentos ao Poder Executivo na busca de dados concretos sobre situações de ameaça, assédio e violência envolvendo funcionários municipais, tanto no atendimento ao público quanto nas relações internas de trabalho no âmbito da Prefeitura de Santa Cruz do Sul.

Conforme Alberto Heck, o levantamento solicitado permitirá dimensionar a frequência e os locais onde essas situações ocorrem com maior incidência, bem como verificar quais medidas estão sendo adotadas pela Administração Municipal para acolher, proteger e acompanhar as vítimas, e responsabilizar eventuais agressores. Casos de violência e assédio comprometem não apenas o bem-estar dos profissionais, mas também a qualidade dos serviços prestados à comunidade, avaliou ele.

Fonte
Jacson Miguel Stülp

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