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Acidentes preocupam moradores das ruas João de Barros e Demétrio Ribeiro; pedido é de instalação de quebra-molas

Comunidade alerta para risco de tragédia em cruzamento com acidentes semanais; vereador Leonel Garibaldi buscou solução, mas moradores dizem que apoio é insuficiente

Moradores das proximidades da esquina entre as ruas João de Barros e Demétrio Ribeiro, no bairro Bom Fim em Santa Cruz do Sul, estão preocupados com a frequência de acidentes no local.

Segundo relatos, colisões ocorrem praticamente todas as semanas, e a situação é agravada pela falta de visibilidade na região, que conta com uma árvore que prejudica a visão dos motoristas.

A comunidade teme que uma tragédia possa acontecer a qualquer momento.

De acordo com uma moradora, os acidentes variam desde carros capotados a veículos que invadem terrenos baldios e cercas de residências.

“Já tivemos carro de aplicativo que capotou, motoqueiro que eu mesmo ajudei a recolher a moto e até um carro que entrou na cerca do vizinho, onde uma criança costuma brincar”, relatou.

O cruzamento, que fica próximo à Escola Luiz Dourado, apresenta um perigo ainda maior devido à configuração da via. Quem vem do bairro em direção ao centro enfrenta uma subida que prejudica a visão dos motoristas, enquanto quem vem do centro encontra uma descida que favorece o excesso de velocidade.

A sinalização, que inclui faixas de pedestres, placas de “Pare” e marcações no asfalto, não tem sido suficiente para conter os acidentes.

O vereador Leonel Garibaldi, que tem atuado para resolver a situação, é apontado pelos moradores como o único que se interessa pelo problema.

Entretanto, a solução é a implantação de quebra-molas nos dois sentidos da rua Demétrio Ribeiro.

“Quebra-molas obrigariam os motoristas a reduzir a velocidade, pois quem está na João de Barros simplesmente não tem visão de quem sobe ou desce a Demétrio Ribeiro”, destacou um morador.

Além do fluxo intenso de veículos, a comunidade também critica a falta de apoio mais efetivo da administração municipal. “O vereador tem feito o possível, mas uma andorinha sozinha não faz verão. Precisamos de ações concretas antes que aconteça uma tragédia”, completou.

Fonte
com informações de leitorFotos: Divulgação do leitor

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